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26-09-2019 23:09:55
O STF formou maioria em torno de tese que tem o potencial de anular dezenas de condenações na Lava Jato, e milhares de outras em processos penais iniciados através de delações. As consequencias jurídicas são complicadas e deverão trazer um arrepio de consternação em vários setores do Judiciário, como já ocorreu com recente inquérito paralisado, a pedido do senador Flavio Bolsonaro, pelo fato de órgãos investigativos terem trocado informações entre si sem o necessário endosso da justiça. O que aconteceu no STF nesta quinta feira precisa ser visto em conjunto com outros fatos recentes, como a aprovação de uma lei contra o abuso de autoridade, o rearranjo das atividades dos órgãos de investigação promovidos pelo próprio Executivo, a nomeação de um novo PGR, que sugeriu, entre outras coisas, algumas correções na Lava Jato. A operação em si prossegue como sempre, mas a força política apelidada de \"lavajatismo\" está levando uma forte freada de arrumação atrás da outra. A Jair Bolsonaro apresenta-se uma situação política delicada, na qual ele terá de manobrar entre a evidente decepção de muitos de seus seguidores, incondicionais apoiadores do lavajatismo, e que cobram dele o mesmo tipo de postura. É uma manifestação típica de ondas disruptivas como a que levou Bolsonaro à vitória em 2018: forças políticas até antagônicas convergem diante de um adversário comum, para depois disputarem o poder entre si. Nessa disputa, é evidente a reorganização de forças políticas que, não importa o motivo, se sentiram acuadas pela Lava Jato, um fenômeno de indignação popular que, através de seus expoentes, foi até aqui capaz de controlar em boa medida decisões da esfera política. Essa onda está virando. Comentário 26/09/2019


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24-09-2019 01:09:33
Jair Bolsonaro discursa na ONU numa posição defensiva, embora vá ressaltar o óbvio direito de soberania brasileira sobre a Amazonia. As questões climáticas foram tratadas em Nova Iorque às vésperas da Assembléia Geral das Nações Unidos com uma importante participação de mais de 60 países, mas o Brasil não assumiu nenhum papel de ponta, embora tenha condições de dar lições aos outros. Grandes multinacionais, grandes bancos e grandes investidores estão sob forte pressão de público e governos para agirem frente à mudanças climáticas em geral e à preservação da floresta amazônica em especial. É um tema de enorme relevância mundial, no qual o Brasil perdeu no momento seu papel de liderança e articulação de debates, e se deixou ficar sob pesada pressão. O governo começa a reagir, mas serão cobrados resultados práticos. Comentário 23/09/2019


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20-03-2019 00:03:00
Como vai andar o "reset" das relações entre Brasil e Estados Unidos, celebrado hoje num encontro privado e numa declaração conjunta por Donald Trump e Jair Bolsonaro na Casa Branca? Há pontos concretos que colocam em marcha novamente acordos de cooperação militar rompidos em 1977, as relações comerciais são cercadas de palavras amenas e agradáveis mas os detalhes é que vão decidir, enquanto Bolsonaro prefere deixar no ar se discutiu com Trump uma intervenção militar americana na Venezuela. Comentário 19/03/2019


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25-09-2019 02:09:04
O discurso de Jair Bolsonaro na ONU foi dirigido para o público interno e não alterou uma situação internacional na qual o Brasil sofre severas pressões políticas. O tipo de pressão que o governo brasileiro tem de enfrentar mudou de patamar: vem agora de grandes empresas e grandes investidores. O histórico da terça feira na qual Bolsonaro discursou na ONU foi a abertura no Congresso americano de um procedimento de impeachment contra Donald Trump, que o presidente brasileiro fez questão de elogiar em seu discurso. E por uma derrota imposta pelo Senado ao governo brasileiro, com a derrubada de vetos presidenciais a itens da lei recentemente aprovada na Camara contra o abuso de autoridade. Comentário 24/09/2019


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30-09-2019 23:09:04
Entendida como movimento político, a Lava Jato está em recuo. Alguns dos piores golpes contra esse movimento, que conta com extraordinário apoio popular, foram dados pelo próprio ex-chefe do Ministério Público, Rodrigo Janot -- o pior deles, anos atrás, foi conceder aos irmãos Batista praticamente um certificado de impunidade. Mas a Lava Jato enfrenta hoje uma considerável e ampla reorganização de forças e instâncias políticas empenhadas em impedir que os \"de fora\" -- os procuradores, por exemplo -- assumam o controle das decisões das esferas da política. Comentário 30/09/2019


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31-05-2019 00:05:00
As causas são múltiplas, mas o fato é que está se formando uma onda pessimista e de mau humor em relação à demora para a economia voltar a crescer. Alguns fatores de peso fogem ao controle do governo, que será o alvo inevitável desse clima de perda de confiança. Comentário 31/05/2019


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27-04-2019 00:04:00
Problemas técnicos dificultaram acesso ao video original, uploaded na sexta feira, com comentário sobre a entrevista de Lula aos jornais Folha de S. Paulo e El Pais. Comentário novamente uploaded a 27/04/2019


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22-05-2019 00:05:00
William Waack comenta atualidades


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23-04-2019 00:04:00
Comentário ao vivo de William Waack sobre atualidades


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12-06-2019 00:06:00
A polêmica provocada pelo vazamento de diálogos do então Juiz Sérgio Moro, principal responsável da Justiça pela Operação Lava Jato e procuradores do Ministério Público Federal, especialmente Deltan Dallagnol, é o foco da próxima edição do ‘PainelWW’. William Waack recebe 3 especialistas em Direito, entre eles um jornalista. Os ‘grampos’ realizados por hackers estão sendo publicados em uma série de reportagens iniciada no último domingo, dia 09 de junho, pelo site The Intercept Brasil, pelo jornalista americano e sócio do site, Glenn Greenwald. Os vazamentos tem dividido a opinião pública e partidos de oposição já tentam enquadrar o Ministro da Justiça no Congresso, assim como defendem a revisão do processo que envolve o ex-presidente Lula. • JOSÉ EDUARDO FARIA Professor titular e chefe do Departamento de Filosofia e Teoria Geral do Direito da USP. Professor da Fundação Getúlio Vargas (Programa FGVLaw). Autor de “Justiça, Corrupção e Moralidade Pública”, que está sendo lançado pela Editora Perspectiva. • REINALDO AZEVEDO Jornalista com formação em Direito. Tem Blog no UOL, coluna na Folha de São Paulo e é comentarista na Band News FM e Rádio Bandeirantes. • RUBENS GLEZER Professor de Direito Constitucional da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo e coordenador do Centro de Pesquisa “Supremo em Pauta”. • Facebook:  www.facebook.com/painelww • Instagram: www.instagram.com/painel_ww • Twitter: www.twitter.com/painelwwcerto • Site oficial: www.painelww.com.br


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26-08-2019 00:08:43
O Brasil reconhece a gravidade do problema, o G7 promete ajudar respeitando a soberania de cada país afetado por queimadas. O calor do fogo da crise sobre o desmatamento diminuiu um pouco, mas o dano à imagem do Brasil no exterior é grave e permanece. Pressão interna e externa fizeram o governo brasileiro agir para diminuir a pressão externa. Comentário 25/08/2019


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24-07-2019 20:07:00
A situação internacional tem um foco de crise agudo: o abandono, por parte dos Estados Unidos, do acordo que restringia as atividades do programa nuclear do Irã. E um de grande amplitude: o fim dos acordos nucleares que, desde o auge da Guerra Fria, limitavam os armamentos das super potências. Quais os desafios que essa dupla situação de tensão internacional coloca para o Brasil e sua declarada política de aproximação com os Estados Unidos? Os convidados desta edição são: • EDUARDO VIOLA Professor titular do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília, tem doutorado em Ciência Política pela Universidade de São Paulo. Foi professor visitante das universidades de Stanford, Colorado Notre Dame e Amsterdam. • ROBERTO GODOY Jornalista, escreve para O Estado de São Paulo. É considerado o maior especialista em armamentos. Ele mesmo diz que cobre a “Indústria da Defesa” e não a “Indústria Bélica”. • VINÍCIUS VIEIRA Professor do curso de Relações Internacionais da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo. É doutor pela Universidade de Oxford, além de outros títulos internacionais.


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12-07-2019 22:07:47
Qual é o impacto da tão falada Reforma da Previdência no crescimento da economia brasileira? Tem fundamento o otimismo dos agentes de mercado com a maneira como o governo pretende tratar a questão fiscal? E da própria equipe de Paulo Guedes? Como fica a situação de Estados e municípios, até aqui não incluídos na reforma ? Tem condições o Congresso de empurrar adiante uma pauta econômica própria? Os três convidados desta edição do Painel WW tem grande experiência na área econômica e política, e participam diretamente da elaboração de agendas em discussão no Executivo e Legislativo Convidados: • ANA CARLA ABRÃO Economista, é sócia da Consultoria Oliver Wyman. • EDUARDO GIANNETTI Economista, professor e escritor. • PAULO HARTUNG Economista, ex-deputado estadual, federal e governador do Espírito Santo, hoje presidente da Ibá, a Indústria Brasileira de Árvores, associação que reúne a cadeia produtiva de árvores plantadas para fins industriais.


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26-06-2019 00:06:00
Concorde-se ou não com as publicações de conversas privadas entre o ex-juiz Sergio Moro e Procuradores da República, elas provocaram um ponto de inflexão no Brasil. O cenário republicano mudou e o STF está prestes a julgar se o atual Ministro da Justiça cometeu ou não irregularidades. Por isso, William Waack promove um debate entre um respeitado advogado e uma ex-procuradora da República que tem opiniões divergentes sobre o tema. Como fiel da balança, um cientista político que acompanha o PainelWW desde o início.   Até que pontos os hackers tomaram conta do cenário político brasileiro? Por que gravações clandestinas tomaram as manchetes dos jornais e das redes sociais? Moro irá ou não a julgamento no STF, justamente o lugar que já chamou de “paraíso” e sonho de todo juiz? Mesmo adiada, a pauta segue forte. Por todos os lados, juristas, acadêmicos e a sociedade em geral discutem a ética das conversas entre juiz e procuradores. E se fosse com a defesa? Nessa polarização, outros fatores entram em jogo: a Justiça funciona como terceiro poder que joga na política? O que mais se propõe no Brasil? A Lava Jato está em jogo ou apenas a pena de Lula pode ser revista? Todas essas questões estarão em debate no programa. Convidados: • ANA LUCIA AMARAL Aposentada, foi procuradora regional da República aqui em São Paulo. Em 2003, atuou na Operação Anaconda, que desarticulou uma quadrilha que negociava sentenças na Justiça Federal em São Paulo. • CARLOS MELO Cientista Político, é professor do Insper. • LUIS FRANCISCO CARVALHO FILHO Advogado criminal, é sócio do escritório Dias e Carvalho Filho. Presidiu a Comissão Especial de Mortos e Desaparecidos Políticos entre 2001 e 2004. É colunista da Folha de São Paulo.


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15-05-2019 00:05:00
Comentario de William Waack sobre Donald Trump


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