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19-06-2019 00:06:00
A edição do ‘Painel WW’ reúne três ‘feras’: o mais longevo e experiente economista do Brasil, um economista com foco para a questão do agronegócios e um especialista em questões fiscais – inclusive com projeto de lei no Congresso Nacional. Mais do que isso, William Waack conversa com profissionais experientes que já passaram pelo Ministério da Fazenda em diferentes cargos, gestões e momentos. Curiosidade: todos estudaram na Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo. Para o atual Ministro da Economia, Paulo Guedes, todos os canhões estão voltados para a Reforma da Previdência. Será que ela basta? Ou é preciso afinar e ajustar outros ponteiros da economia brasileira, que insiste em patinar e não dar mostras de reação. E no meio de tantos debates, uma pergunta: como governar em meio a tantas crises e polêmicas, como a recente demissão do presidente do BNDES, Joaquim Levy, anunciada em entrevista para vários órgãos de imprensa pelo próprio Presidente Jair Bolsonaro? Como administrar e fazer gestão pública se alguns técnicos são vetados por ideologia pelo simples fato de terem trabalhado em governos anteriores? Convidados: • BERNARD APPY Economista, é diretor do Centro de Cidadania Fiscal. Foi Secretário Executivo, Secretário de Política Econômica e Secretário Extraordinário de Reformas Econômico-Fiscais do Ministério da Fazenda, entre 2003 e 2009. • DELFIM NETTO Economista e professor emérito da Faculdade de Economia da USP, é sócio da Ideias Consultoria. Foi Ministro da Fazenda e da Agricultura e deputado federal, inclusive durante a Constituinte de 1988. • JOSÉ ROBERTO MENDONÇA DE BARROS Economista, é sócio fundador da MB Associados, com foco principal no Agronegócio. Foi secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda entre 1995 e 1998.


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13-05-2019 00:05:00
Comenta rio de William Waack sobre atualidades


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21-04-2019 00:04:00
Para a economia brasileira o ano de 2019 já acabou. Não será uma catástrofe, mas o crescimento ficará muito baixo para tirar o País da recesssão dos últimos três anos. Países que eram bem mais pobres do que o Brasil estão se aproximando depressa da renda per capita do brasileiro, enquanto o tamanho da nossa economia no PIB mundial apresentou o pior resultado dos últimos 38 anos. Comentário 21/04/2019


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12-04-2019 00:04:00


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06-08-2019 00:08:20
O custo Brasil para exportadores de commodities como produtos agrícolas se compõe de infraestrutura precária, regulação confusa ou opressiva, carga tributária pesada e complexa, falta de investimento público e privado e dificuldade de acesso a crédito. Um evento reunindo representantes de vários setores do mundo das finanças e do agro negócio em São Paulo agora fala de mais um componente do custo Brasil: a imagem do País está se deteriorando e atingiu níveis negativos alarmantes quando o assunto é meio ambiente e agro negócio. Comentário 05/08/2019


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25-05-2019 00:05:00
O problema com as manifestações que Bolsonaro endossou é saber exatamente o que ele quer. E daí surgem os erros políticos. Comentário 24/05/2019


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18-05-2019 00:05:00
O presidente espalha por whatsapp um texto que o descreve como vítima de interesses que não consegue superar, e que o impedem de atender aos seus eleitores. O que ele se propõe a fazer, então? Comentário 17/05/2019


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28-08-2019 00:08:49
O Brasil se entende com o G7 sobre doação para combater queimadas na Amazônia, enquanto os presidentes do Brasil e da França continuam empolgando os próprios eleitores através de embates por redes sociais. Os militares e Bolsonaro adotam o mesmo discurso sobre a necessidade de preservar a soberania brasileira, mas o que torna a atuação situação de crise de queimadas tão parecida à outras é o fato do Estado brasileiro não consegui proteger suas fronteiras, ordenar a exploração do próprio território e combater os crimes que tornam regiões da Amazônia em \"terra de ninguém\".


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21-08-2019 01:08:36
A divulgação pelo BNDES de uma lista de compradores de jatos da Embraer deu ainda mais ímpeto a uma discussão cheia de hipocrisia e totalmente fora do eixo quando se trata de examinar o papel de subsídios na indústria aeronáutica em particular e em vários segmentos relevantes da economia brasileira em geral. Comentário 20/08/2019


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14-08-2019 14:08:58
“Eu não espero pelo dia em que todos os homens concordemApenas sei de diversas harmonias possíveis sem juízo finalAlguma coisa está fora da ordemFora da nova ordem mundial...” O verso acima é da música FORA DA ORDEM, de Caetano Veloso, e refletia sobre a chamada NOVA ORDEM MUNDIAL que se seguia ao fim da Guerra Fria e da queda do Muro de Berlim. Nesse tempo, a economia chinesa era pequena e sua presença no mundo, insignificante. Tudo mudou, inclusive com a reação da Rússia pós-URSS. E os conflitos ganham dimensão com novos armamentos baseados em novos tipos de Inteligência e de Tecnologia. Misseis, aviões, drones e outros artefatos destruidores são vendidos cada vez mais, inclusive como desova de estoques. E a China mostra que também quer ser potência militar. Nova desordem? Painel WW volta a tratar de questões internacionais. E traz três especialistas em Segurança Internacional – um deles residente nos Estados Unidos, para cujo governo já prestou serviços de inteligência. O Oriente Médio segue no foco de atenções. Como já dito aqui em release anterior, os 100 maiores fabricantes de armas vendem cerca de 400 bilhões de dólares por ano, o que dá mais de US$ 1 bilhão por dia. E o crescimento é acelerado em movimento inverso ao fim da Guerra Fria. Mais uma vez: como está o Brasil nesse cenário? Qual o papel de Bolsonaro e de sua Política Externa? Recentemente, em conversa com Trump, negou o envolvimento e interferência militar com a Venezuela. Mas em outros temas, parece estar cada vez mais alinhado – o que preocupa os diplomatas de carreira, o tradicional Itamaraty, e os políticos em geral. O Brasil já sonhou em ser forte fabricante de armamentos, mas acabou se restringindo – e muito bem – com a Embraer, que agora oferece aviões de combate, transporte e espionagem. Mas o que interessa, hoje, são as novas formas de guerrear, que não necessariamente envolve armas, e sim inteligência, estratégia, tecnologia, softwares, hackers e muito mais. • ALEXANDRE FUCCILE Professor de Relações Internacionais na Universidade Estadual Paulista, a UNESP, e ex-presidente da Associação Brasileira de Estudos de Defesa, a ABED • HUSSEIN KALOUT Cientista Político, é Pesquisador da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e colunista da Revista Época. Foi Secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República • SALVADOR RAZA É o criador da metodologia do “Critical Redesign”, utilizada em todo mundo para reformas institucionais da segurança e defesa. Veterano da Marinha brasileira, trabalhou para o Departamento de Defesa dos Estados Unidos. É Professor da Análise de Conflitos e Projeto de Força. Também presta consultoria em Transformação Estratégica e Tecnológica. E dirige o CeTris Internacional, com sedes no Brasil, Guatemala e Estados Unidos


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13-08-2019 18:08:48
“Eu não espero pelo dia em que todos os homens concordemApenas sei de diversas harmonias possíveis sem juízo finalAlguma coisa está fora da ordemFora da nova ordem mundial...” O verso acima é da música FORA DA ORDEM, de Caetano Veloso, e refletia sobre a chamada NOVA ORDEM MUNDIAL que se seguia ao fim da Guerra Fria e da queda do Muro de Berlim. Nesse tempo, a economia chinesa era pequena e sua presença no mundo, insignificante. Tudo mudou, inclusive com a reação da Rússia pós-URSS. E os conflitos ganham dimensão com novos armamentos baseados em novos tipos de Inteligência e de Tecnologia. Misseis, aviões, drones e outros artefatos destruidores são vendidos cada vez mais, inclusive como desova de estoques. E a China mostra que também quer ser potência militar. Nova desordem? Painel WW volta a tratar de questões internacionais. E traz três especialistas em Segurança Internacional – um deles residente nos Estados Unidos, para cujo governo já prestou serviços de inteligência. O Oriente Médio segue no foco de atenções. Como já dito aqui em release anterior, os 100 maiores fabricantes de armas vendem cerca de 400 bilhões de dólares por ano, o que dá mais de US$ 1 bilhão por dia. E o crescimento é acelerado em movimento inverso ao fim da Guerra Fria. Mais uma vez: como está o Brasil nesse cenário? Qual o papel de Bolsonaro e de sua Política Externa? Recentemente, em conversa com Trump, negou o envolvimento e interferência militar com a Venezuela. Mas em outros temas, parece estar cada vez mais alinhado – o que preocupa os diplomatas de carreira, o tradicional Itamaraty, e os políticos em geral. O Brasil já sonhou em ser forte fabricante de armamentos, mas acabou se restringindo – e muito bem – com a Embraer, que agora oferece aviões de combate, transporte e espionagem. Mas o que interessa, hoje, são as novas formas de guerrear, que não necessariamente envolve armas, e sim inteligência, estratégia, tecnologia, softwares, hackers e muito mais. • ALEXANDRE FUCCILE Professor de Relações Internacionais na Universidade Estadual Paulista, a UNESP, e ex-presidente da Associação Brasileira de Estudos de Defesa, a ABED • HUSSEIN KALOUT Cientista Político, é Pesquisador da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e colunista da Revista Época. Foi Secretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República • SALVADOR RAZA É o criador da metodologia do “Critical Redesign”, utilizada em todo mundo para reformas institucionais da segurança e defesa. Veterano da Marinha brasileira, trabalhou para o Departamento de Defesa dos Estados Unidos. É Professor da Análise de Conflitos e Projeto de Força. Também presta consultoria em Transformação Estratégica e Tecnológica. E dirige o CeTris Internacional, com sedes no Brasil, Guatemala e Estados Unidos


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27-05-2019 00:05:00
As manifestações de domingo 26 não desapontaram ninguém, mas o Congresso continua com uma pauta própria, com ou sem governo, o que promete a continuação de um cenário político turbulento e complicado. Comentário 26/05/2019


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30-04-2019 00:04:00
Um breve relato do que pude registrar de questões relativas ao Meio Ambiente e à Agricultura durante participação em evento dentro do Agrishow de Ribeirão Preto, um dos maiores do mundo. O relato não esgota a questão, apenas tenta apresentar alguns dilemas para o setor e o governo, e a necessidade de enfrentar uma difícil batalha da comunicação nacional e internacional, nas quais o agro negócio está em desvantagem. Comentário 29/04/2019


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22-08-2019 21:08:49
O Brasil enfrenta por conta das percepções generalizadas em relação às políticas ambientais do governo de Jair Bolsonaro uma inédita crise de imagem internacional, que é perigosa e grave do ponto de vista dos interesses políticos e comerciais do País. Falta uma estratégia para enfrentar percepções que há muito deixaram de ser consequência de fatos, e estão sendo reforçadas pela postura de integrantes do governo. Comentário 22/08/2019


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14-08-2019 22:08:08
A agenda de verdadeira transformação da economia brasileira está apenas no começo. A abertura da economia, as prometidas desregulação, desburocratização e a liberdade para patrões e assalariados precisa ser tratado com uma série de reformas abrangentes. O que já está acontecendo e de que maneira? Quais são os cenários mais prováveis quando se pensa na simplificação de tributos, nos programas de concessões, privatizações e nas medidas infra constitucionais para melhorar o péssimo ambiente de negócios no País? Qual o impacto da situação da Argentina na agenda de reformas econômicas proposta pelo governo Jair Bolsonaro? • CARLOS KAWALL Economista-chefe do Banco Safra. Foi Secretário do Tesouro Nacional • LUIZ FERNANDO FIGUEIREDO É sócio fundador da Mauá Capital. Foi diretor de Política Monetária do Banco Central • SERGIO VALLE Economista-chefe da MB Associados, consultoria com forte foco em Agronegócio


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